From: "Alberto Mesquita Filho"
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Subject: Re: Reportagem da VEJA
Date: Mon, 7 Apr 2003 16:41:26 -0300
"Jorge Paim"
escreveu
Concordo,
mas o fato de Saddam ter sido armado pelos próprios americanos não dá
a ele o direito de usá-las contra seu próprio povo, assim como ao
armá-lo os EUA perderam qualquer legitimidade para intervir contra
esse mesmo regime.
Sem dúvida, mas é esse
o brado que se ouve a toda a hora pelos homens de boa vontade. Ninguém
está pregando a impunidade para Saddam, simplesmente estamos
mostrando que Bush é a ameaça maior para a humanidade, Bush é o
flagelo da humanidade, enquanto Saddam é um meliante do Oriente Médio.
Aliás, a ONU deveria existir para resolver esses problemas, mas
pergunto: Quais foram os dois países que mais desrespeitaram a ONU
desde que ela existe? Um é do Oriente Médio, e não quero entrar
nessa polêmica enquanto o problema for apenas local. O outro é o país
do facínora Bush, que está criando um clima de terror em todo o
mundo.
Se a ONU não presta,
cabe a nós, em época de paz, denunciarmos isso para o nosso
presidente, para que ele bote a boca no trombone e denuncie a ONU. Se
o nosso presidente não presta, cabe a nós botarmos a boca no
trombone para que ele saia do poder (aliás, já fizemos isso no
passado, e o Congresso de Brasília tremeu com o grito da população
e não teve outra saída a não ser votar o impeachment do
Collor). O que não podemos é viver sob o jugo de um assassino
internacional como o Bush, que está ameaçando toda a humanidade. Ou
seja, o Bush é sim um problema nosso e dos mais importantes. A ONU
também é um problema nosso e dos mais importantes. Mas o Saddam é
um problema que tem que ser resolvido única e exclusivamente pela
ONU, jamais por um meliante pior do que ele e presidente do país que
mais matou civis em toda a história da humanidade. Se há um povo que
merece ser libertado, esse é o povo dos EUA, para que deixem de
constituir a escória da humanidade, pois a imensa maioria é
conivente com o assassino e o aplaude em público.
A
desinformação é a maior verdade dessa guerra. Não creio que os órgãos
de imprensa brasileiros tenham em qualquer momento demonstrado
parcialidade. As TVs americanas e árabes sim, travam uma batalha para
ver quem consegue mentir mais e mais rápido.
Pelo menos recebemos notícias
díspares, e conseguimos flagrar alguma coisa de esquisito que paira
sobre o ar. Isso mostra que se a nossa imprensa estiver nas mãos de
corruptos, pelo menos ainda temos jornalistas sérios nesse país e
que ainda conseguem enfrentrar essa corrupção. Fala-se muito em
corrupção no Brasil, mas isso meramente reflete os padrões de
imoralidade que assolaram o país a partir dos anos 60, quando
optou-se por tentar copiar o "milagre" estadunidense. Nunca
tivemos uma política livre de corrupção (aliás, creio que país
nenhum do mundo atingiu essa perfeição), mas já fomos muito
melhores na época em que seguíamos os padrões europeus. Nasci em
1942 e senti na pele as conseqüências dessa deletéria mudança
comportamental, principalmente no setor de saúde e educacional que é
onde militei (saúde) ou milito (educação). A verdade nua e crua é
que em termos de moralidade os EUA não tem nada para exportar e nada
digno de ser imitado. Não se pode esperar nada do país que optou
por representar a escória da humanidade, ao colocar o dólar acima da
moral e dos bons costumes.
Nesse
caso específico as imagens são cruas e eu mesmo as vi e foram
geradas em tempos de paz por um repórter que tem credenciais pra
isso. Não é meia-verdade ... infelizmente.
Neste caso eu diria que
não se trata apenas de desinformação, mas sim de um caso de polícia.
Como o caso da fotografia de uma criança queimada que saiu nas
primeiras páginas de muitos jornais, no segundo dia da guerra. Um
especialista em queimaduras do Hospital da Clínicas da Usp
classificou as lesões como tendo sido ocasionadas bem antes do início
da guerra. Este é o sensacionalismo barato, que no passado era típico
da imprensa marron mas que hoje, graças à globalização da informação,
qualquer jornal como o Estadão está sujeito a divulgar (parece- me
que a foto saiu no Estadão e na Folha). O jornal que não manda
correspondentes para a frente de batalha acaba caindo nesses contos.
Não
entendo essa preocupação com a Veja especificamente.
Eu também não entendo
essa fixação de alguns críticos na Veja. Concordo que ela não
fornece tudo sobre a guerra, mas trata-se de uma publicação semanal.
Se hoje ela picha o Saddam, não há porque criticá-la por isso. É
possível que amanhã ela venha a criticar o Bush com a mesma
intensidade, não há porque exigir uma igualdade nas pichações em
um mesmo número. Que os dois são salafrários todo o mundo sabe, a
exceção da maioria alienada (cerca de 70% ou mais) dos
estadunidenses. Pois se a Veja tentar hoje promover a filtração de
notícias de maneira a ir contra o pensamento da esmagadora maioria da
população brasileira (mais de 90% dos brasileiros) ela somente terá
a perder com isso. Nenhum brasileiro é favorável ao Saddam, mas a
grande maioria dos brasileiros tem mostrado estar ciente a respeito de
quem é hoje o risco maior, tanto para o Brasil como para o mundo. E
reage na proporção de 10:1, pois o Bush é um assassino, facínora,
genocida e infanticida 10 vezes pior do que o famigerado meliante
Saddam. Os dois merecem ir para um tribunal de justiça internacional
e neste caso é uma pena que o mundo tenha abolido a guilhorina, pois
é a meu ver o que os dois merecem, obviamente após um julgamento
isento de paixões.
Segue
outro trecho de artigo também publicado na VEJA que foi publicado em
semana anterior. e mostra que ela analisa de forma coerente os
acontecimentos.
Espero que os outros
leiam, pois concordo contigo, senão em tudo, pelo menos nos detalhes
principais. Parece-me que os demais esperariam que a Veja se
comprometesse a ponto de falar do Bush o que tenho falado aqui nesta
mensagem. Eu já li muitos artigos em periódicos decentes a
considerarem o Bush um assassino, genocida, sanguinário, ladrão,
meliante, flagelo da humanidade, pior do que o Saddam etc. Mas isso é
uma interpretação sem valor jurídico, apenas social. Eu poderia,
por exemplo, tomar o seu texto para justificar algumas dessas acusações
ao meliante Bush, não é mesmo? Ou seja, quero crer que a Veja está
apresentando os fatos e deixando ao leitor a tarefa de interpretar.
Isso é um posicionamento da revista que devemos respeitar, mesmo
porque se eles estiverem se posicionando erradamente, no futuro eles
irão pagar por isso.
Apesar do que disse
acima, vejo uma certa parcialidade na afirmação de um trecho do
texto que você postou como sendo da Veja, qual seja: o presidente
Bush apela para o incontrastável poderio bélico dos Estados Unidos,
que pode varrer o Iraque do mapa em poucos dias, sob o pretexto de que
estará realizando um trabalho em benefício da civilização contra a
figura sanguinária de um homem, Saddam Hussein, e de seu círculo de
asseclas instalados no poder há três décadas. Não existe
nenhuma inverdade, mas o autor do texto parece deixar claro que o
crime de Bush, varrer o Iraque do mapa, seria um crime menor em relação
ao do sanguinário Saddam Hussein. Ou seja, há uma
desproporcionalidade imensa, pois está se dando uma ênfase
desmesurada ao criminoso menor, em termos quantitativos (Saddam jamais
teria condições de varrer do mapa algo do tamanho do Iraque). É
possível que a revolta contra a Veja dos meus amigos pacifistas deste
fórum fundamente-se nessa desproporcionalidade.
O
uso de armas com urânio empobrecido foi realmente pouco divulgado na
mídia. Mas assim como muito do que se diz tem que ser confirmado. Não
tenho certeza (vc pode até me confirmar), mas não vi os Iraquianos
usarem essa informação para derrubar as teses americanas na ONU. Se
não utilizou, provavelmente são informações falsas.
Isso nós iremos saber
nos próximos anos, pois as lesões surgirão na população civil que
permanecer nos locais atingidos. A queixa que a mídia não parcial
faz diz respeito a guerra do pai do facínora (a primeira guerra do
Golfo), e já li inúmeras reportagens a respeito. Os crimes (a esse
respeito) que os EUA têm cometido na guerra atual, referem-se a armas
de destruição em massa: bombas de fragmentação (clusters) e
napalm. A primeira tem sido bastante divulgada, incluindo massacres
que têm propiciado a inocentes civis. É importante perceber que
ainda não há jurisprudência a condená-la, logo a censura do Bush
preocupa-se apenas em não mostrar para os estadunidenses as imagens,
sem censurar, no entanto, a utilização dessa processo criado pelos
"heróicos" facínoras inventores dessa técnica de
verdadeiro genocídio. Inúmeras ONGS e até mesmo a Cruz Vermelha têm-se
pronunciado, e concluem que esse artefato é algo a ir contra a Convenção
de Genebra. A bomba de napalm (arma química utilizada pelos
estadunidenses nesta guerra) foi denunciada de leve pela
CNN e de maneira mais explícita por jornais da Austrália e da
Turquia, mas por incrível que pareça não chegou
a nenhum jornal brasileiro. Quanto a essa os sanguinários
estadunidenses não podem alegar falta de jurisprudência.
Sabemos
que a ONU é reflexo da Segunda Guerra Mundial e que, na bases atuais
(países com poder de veto e outros sem representação no Conselho de
Segurança), não serve pra muita coisa.
Realmente, mas trata-se
da única base legal que possuímos, logo não podemos em hipótese
alguma aceitar que os donos do mundo continuem a desmoralizar essa
conquista que foi regada com o sangue de muitos mártires. Não
podemos admitir que um assassino texano da pior espécie faça o que
tem feito com essa única base legal que possuímos, e temos que
cobrar de nosso presidente firmeza nesta defesa da ONU. É verdade que
ele foi eleito há pouco tempo, mas para o meu gosto ele está muito
em cima do muro. Se pretender ser reeleito, ele deverá captar o que
pensa a imensa maioria da população brasileira, e desempenhar um
papel mais enérgico neste processo. Acho mesmo que ele perdeu a
chance de ter se transformado num estadista de fato.
Achei
a comparação de Bush e Hitler um pouco exagerada afinal ele responde
pelos próprios atos e não de toda história americana, assim como
Lula não é responsável pelas atrocidades cometidas pelos
brasileiros contra os paraguaios, ou internamente, de Canudos,
Farrapos, etc.
Eu acho o Bush bem pior
do que o Hitler, e não penso apenas no aspecto quantitativo (número
de assassinatos) mas isso é opinião pessoal, pois não vivi na era
Hitler. A história estadunidense de 1945 para cá tem mostrado também
que muitos outros presidentes desse país não ficaram nada a dever a
Hitler, em especial os republicanos. Quanto a nossa história, diria
que fomos, ao lado de Argentina e Uruguais, iludidos pelos magnânimos
britânicos, os donos do mundo da época. Sim, temos nossa culpa, a
justificar-se pela incompetência de governantes seculares que se
venderam em troca de favores vis, mas não devemos interpretar isso
como uma sina. É hora de deixarmos de ser lacaios dos donos do mundo
e o momento é agora, pois o mundo está tomando ciência do papel
desempenhado por essa escória que domina os EUA.
A
escória da humanidade (EUA) está pouco se incomodando com a morte de
inocentes. Isso é propaganda enganosa para inglês ver. Aliás, os
inglêses já estão com o pé atrás com respeito a essa escória, e
só não voltam atrás porque um inglês jamais admite que errou. Mas
essa amizade não vai durar muito tempo. Racionalidade dos EUA? Isso
é piada. Esse povo só pensa em dólar.
Toda
generalização é perigosa e danosa.
Bem, digamos que o
argumento é válido para os 70 a 80% que aplaudem a carnificina
promovida pelo genocida e sanguinário Bush.
O
povo americano é muito suscetível àquilo que sua imprensa mostra e
não pode ser culpada pelos atos tresloucados de seus líderes.
Eu diria que existem
alguns estadunidenses não arrogantes, mas é minoria. Nós já
tivemos recentemente uma imprensa semelhante a essa e quase fomos
iludidos pelo "milagre brasileiro" do Médici, mas o
brasileiro mostrou que aqui ainda existe caráter e que moral não se
compra com dólares. Alguém já disse que cada povo tem o governo que
merece. Pode não ser uma frase livre de críticas, mas tem seu lado
verdadeiro. Os estadunidenses têm demonstrado, no decorrer dos anos,
merecer o Bush que têm. O mundo é que não pode se subjugar a essa
escória a representar apenas 6% da população mundial (e já que você
diz que estou generalizando, digo então que a fração seria bem
menor, algo da ordem de 4% ¾
70% de 6%).
Esses
danos podem ser vistos quando os americanos usam a imagem de
homens-bomba para generalizar o comportamento dos muçulmanos. Não
acho que os americanos ou os iraquianos sejam escória e sim seus
governantes.
Pelo menos a maioria dos
iraquianos não comunga dos ideais do Saddam. Mas apesar disso eles têm
demonstrado ser um povo de fibra e defenderão com a própria vida o
seu país da agressão provocada pelo flagelo da humanidade Bush. O
mesmo não posso dizer da grande maioria dos hipócritas
estadunidenses, adoradores do dólar e de nada mais. Escória sim.
A
questão agora é saber qual é menos pior para a humanidade.
Mandar
o Bush para uma Corte Internacional de Guerra e a seguir para a
guilhotina. Mas isso não acontecerá antes do facínora decretar a
III Guerra Mundial, EUA × Resto do Mundo.
Sejamos
racionais!!! Isso não vai acontecer nem com Saddam, nem com Bush.
Infelizmente concordo
contigo.
E
matá-los não resolve muita coisa. Existem sucessores.
Esse é um problema sério.
Mas nem por isso vamos abrir as portas das penitenciárias, não é
mesmo?
Mudar
a cabeça deles ninguém vai conseguir. Acredito que uma vitória de
Saddam poderia criar uma instabilidade incontrolável no mundo.
Vitória do Saddam é
impossível e ninguém está torcendo por isso. O que estamos
testemunhando é que nenhum dos dois sairá vitorioso dessa batalha, e
é isso o que a população mundial está tentando conquistar. O Bush
vencerá o Saddam, e isso a longo prazo poderá vir a ser bom ¾embora
com bases históricas eu duvide muito¾
para aqueles iraquianos que não forem assassinados pelo Bush e/ou que
não tiverem membros de sua família assassinados. Mas o nosso inimigo
maior não é o Saddam e sim o facínora Bush, e temos de torcer para
que ele saia dessa batalha com o menor crédito possível.
Ao
tomar como grande líder dos muçulmanos um ditador sanguinário, o
mundo se depararia com uma guerra baseada em religião e cultura e
isso não tem fim!!!
Pois eu diria que o facínora
Bush colaborou em muito para que essa guerra possa vir um dia a
acontecer. Felizmente o mundo não entrou na onda do facínora Bush, e
isso tem servido para refrear um pouco a fúria dos muçulmanos. Do
contrário não seria impossível a realização da profecia de um político
egípcio, a dizer que Bush está criando cem novos Bin Ladens, e isto
viria a ser um "Deus nos acuda".
Do
outro lado acho que os americanos sairão politicamente muito
enfraquecidos da guerra (mesmo vencendo) pela péssima imagem e
exemplo que estão dando. Talvez isso até sirva para reordenar as
correntes de pensamento do mundo e leve à queda desse Império.
Torço para que isso
aconteça, para que a escória volte para o lugar de onde nunca
deveria ter saído.
Em
relação a boicotes, acredito ser uma enorme bobagem. Prejudica
sempre a parte mais fraca!!! os trabalhadores. O que aconteceria caso
o boicote desse certo??? Os investimentos no Brasil, por exemplo,
cessariam!!!
Como a mensagem já está
muito longa, deixarei o boicote para outra oportunidade. Lembro apenas
que é um recurso válido sim, e os estadunidenses sabem perfeitamente
disso, pois foi o que mais deu certo em sua guerra da independência,
o boicote à Inglaterra, a dona do mundo da época. O problema reside
em saber fazer um "boicote inteligente". Essa é a
dificuldade maior, e não sei se os políticos que estão estimulando
a juventude a boicotar já se deram conta do que seria um
"boicote inteligente". Acho muito bonito jogar coca-cola no
esgoto como um símbolo, mas que não se peça para o povo jogar no
lixo o que já está pago, isso não é boicote, é burrice. Por outro
lado, boicote não é bumerangue e não deve trazer prejuízos
financeiros a quem o aplica. Existe muita demagogia tanto entre os que
atacam o boicote como entre os que defendem o boicote, e é isso o que
não podemos deixar que aconteça.
Foi
então que comecei a batalhar com a única arma que disponho: a
palavra.
Justificando
uma atrocidade com outra sua arma (a palavra) tende a desaparecer num
pedaço de papel. Seria um grande desperdício que alguém que escreve
bem como vc, deperdiçasse essa capacidade usando argumentos vazios.
Vou responder com um
texto de Popper: Sou um racionalista. Por racionalista entendo um
homem que deseja compreender o Mundo e aprender através da discussão
com outros homens. (Note-se que eu não digo que um racionalista
sustente a teoria errada segundo a qual os homens são totalmente ou
parcialmente racionais.) Por «discutir com os outros» entendo, mais
em especial, criticá-los; solicitar a crítica deles; e tentar
aprender com isso. A arte da argumentação é uma forma peculiar da
arte de combater ¾com
palavras em vez de espadas¾,
uma arte inspirada pelo interesse em nos aproximarmos da verdade
acerca do Mundo.
Se os meus argumentos
fossem tão vazios você não teria entrado na onda ;-). Não confunda
um diálogo como este que estamos travando, com aquelas respostas que
tenho dado ao Peacer. Ele não quer dialogar, apenas poluir o GD.
Logo, as respostas que dou a ele são exatamente o que ele merece. Aí
sim, exponho não argumentos vazios, mas mensagens vazias de
argumentos, pois ele não merece mais do que isso.
Fico
também preocupado com essa visão de mão única que retira de nós
brasileiros toda responsabilidade pelas barbaridades que aconteceram
durante a ditadura militar. Influenciados? sim!!! inocentes? de jeito
nenhum!!! Não vejo na maioria absoluta dos países do mundo uma história
limpa!!! E nem todos foram consequência do mal do Tio Sam. Vc conhece
algum país assim???
Passárgada, onde também
sou amigo do Rei. :-).
Sim, nós somos responsáveis
pelo descalabro em que o mundo vive e tenho tentado pagar a minha dívida
para com a sociedade utilizando a única arma que disponho: a palavra.
E quero crer que você está fazendo o mesmo, embora no episódio
atual pensemos de maneira diferente. Se quiser conhecer alguns artigos
meus mais elaborados (não mensagens) e relacionados à realidade
nacional, você encontrará alguma coisa na seção Educação
Superior e a Realidade Nacional, de meu site.
[ ]´s
Alberto