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MENSAGENS SELECIONADAS

 

Alberto Mesquita Filho

msg 26: Por um boicote inteligente VII
msg 27: Guilhotina para Bush
msg 28: O dia da esfiha
msg 29: A história dos USA em dois atos
msg 30: Liberdade para matar

 

Índice de todas as mensagens

 

 

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Por um boicote inteligente VII
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From: "Alberto Mesquita Filho"
Newsgroups: uol.politica.internacional.guerra
Subject: Re: Boicote gera empreendedorismo
Date: Fri, 28 Mar 2003 17:51:32 -0300

 

Vide também:
Por um boicote inteligente I
e mensagens seguintes

"Cláudia" escreveu

Imaginem se cada gerente do mac donald's sem nenhum poder de decisão de repente vira um dono de uma lanchonete, creio que até aumenta os empregos, já que para cada mac donald's fechada acho que haveria mercado para umas cinco lanchonetes nacionais, quanto a coca-cola, a cada emprego perdido na coca é gerado um ou mais nas concorrentes, já que a coca por ter mais tecnologia precisa de menos mão de obra, não custa nada pedir um guaraná antarctica ou um suco ou outra bebida qualquer em prol da vida!

É isso aí. Vamos ensinar ao Bush que nós podemos fazer um boicote mais inteligente do que aquela bomba burra dos EUA, que está dizimando o exército do Reino Unido.

E aos toupeiras que falam que deveríamos abandonar o Windows, digo que boicote inteligente é também saber utilizar o que os EUA tem para levá-los a falência. Isso certamente irá acontecer, pois o mundo hoje está unido contra o império satânico dos criminosos internacionais Bush Jr, Bush pai, Reagan e inúmeros outros, os campeões da matança. Iremos derrotá-los com palavras e atos civilizados, coisa que eles não sabem o que é.

Não faça boicote para se prejudicar. Faça boicote para prejudicar o império satânico do facínora Bush. E se ele conseguir matar o seu comparsa, o seu sparring Saddam, ninguém aqui irá derramar uma lágrima sequer, pois haverá um delinquente a menos na face da Terra.

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Alberto

Leia também:
Por um boicote inteligente VIII

27

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Guilhotina para Bush
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From: "Alberto Mesquita Filho"
Newsgroups: uol.politica.internacional.guerra
Subject: Re: Estão de amores pelo Sadam???
Date: Fri, 28 Mar 2003 19:04:07 -0300

"Cynthia" escreveu

Não sei o porque todos derrepente  estão de amores pelo Sadam.

Ninguém morre de amores pelo delinqüente. Estamos sim nos rebelando contra o chefe do Saddam. Saddam é um sparring, um comparsa, um delinqüente regional. O chefe da quadrilha hoje é o Bush, e é contra ele que os homens de boa vontade do mundo inteiro estão apontando a única arma que portam: a palavra.

Saddam é um criminoso sim. Mas Bush é hoje o chefe da quadrilha que fabrica criminosos para todo o mundo. Isso é uma briguinha de bandidos, e o bandido maior chama-se George W Bush. Matem Saddam, e amanhã Bush infestará o mundo com inúmeros clones do Saddam. Levem Bush para a guilhotina (Vive la France!) e o mundo estará livre do pior criminoso de todos os tempos e presidente do Império da Matança, o país que mais matou inocentes em toda a história da humanidade.

Não sou contra os estadunidenses. Mas eles têm demonstrado merecer este ódio que estão recebendo hoje, pelo que vêem fazendo desde que lançaram duas bombas atômicas sobre duas populações civis. Um povo que aceita e defende um criminoso internacional, merece o desprezo de toda a comunidade internacional. Um povo que assassinou Kennedy e até hoje não esclareceu o assassinato, não é digno de consideração alguma pelo resto do mundo.

Saddam é um criminoso local. Pois então que caia nas mãos dos curdos e dos xiitas, que não nos pediram ajuda e, muito pelo contrário, estão demonstrando diariamente saber que o Bush é muito pior para eles do que o marginal Saddan.

Bush, por outro lado, é um criminoso internacional e deve pagar pelos seus crimes numa corte de justiça internacional. E torço para que seja na França, para que os franceses ressuscitem a guilhotina, pois é esse o fim que ele merece.

Abaixo Saddam! Guilhotina para Bush e seus comparsas! Paz para o resto do mundo. E enquanto nada disso acontece:

Boycott - Boycott - Boycott - Boycott - Boycott - Boycott - Boycott

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Alberto

28

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O dia da esfiha 
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From: "Alberto Mesquita Filho"
Newsgroups: uol.politica.internacional.guerra
Subject: Re: VIVA O BAURU!
Date: Fri, 28 Mar 2003 23:38:55 -0300

"BradoBr" escreveu

Coma BAURU, compatriotas. Big Mac, jamais!

Hoje foi o meu dia de trocar o Big Mac por... Não, não foi Bauru, foi... esfiha!!! Sim, em homenagem ao Bush fui saborear esfihas. A casa pareceu-me estar com freqüência acima do normal. (Costumo ir lá uma vez a cada três meses mais ou menos). Após fazer meu pedido o garçon perguntou:

E para beber?
Cerveja, respondi.
De que marca?, novamente o garçon perguntou.
Qualquer uma, desde que não seja norte-americana.

Respondi com naturalidade, sem ter programado nada, e em voz suficiente para o garçon escutar, sem me preocupar com o que ocorria à minha volta. Para minha surpresa recebi uma salva de aplausos.

Enquanto comia as esfihas e tomava minha cerveja, fabricada em Petrópolis, reparei as feições de todos os que me aplaudiram. Não encontrei nenhum árabe. O único árabe que estava no recinto provavelmente era o dono da casa, e estava sentado atrás da caixa registradora. Também não lembro de ter visto nenhuma coca-cola em mesa alguma. E eu já tomei coca-cola neste local.

Não precisamos dos ianques para contruirmos uma grande, livre e soberana nação tropical

É verdade. Mas não é impossível que um dia venhamos a agradecer ao assassino Bush por ter incentivado nossa brasilidade. Espero que esse dia ele já tenha ido para a guilhotina, que é o que ele merece, obviamente após uma condenação justa realizada no tribunal do Iraque sem Saddam. Antes que os "mariners" se levantem, direi que de ilusão também se vive. Garanto que hoje mais da metade do mundo sonha com algo deste tipo.

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Alberto

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A história dos USA em dois atos
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From: "Alberto Mesquita Filho"
Newsgroups: uol.politica.internacional.guerra
Subject: A História dos EUA
Date: Sat, 29 Mar 2003 02:01:39 -0300

A HISTÓRIA DE UM POVO EM DOIS ATOS

Há muito tempo, um presidente estadunidense resolveu desafiar a sanha assassina de seu povo com as seguintes palavras:

"Precisamos encarar o fato de que os Estados Unidos não são nem onipotentes nem oniscientes; de que representamos apenas 6% da população mundial e não podemos impor nossa vontade aos outros 94% da humanidade; de que não podemos consertar tudo o que está errado aqui dentro e muito menos lá fora; e de que, portanto, não pode haver uma solução americana para cada problema do mundo."

Resultado: Em sua primeira visita ao estado do atual presidente, o infeliz foi assassinado. Nome da vítima: John F. Kennedy.

Outro estadunidense notável desafiou a sanha assassina dos seus compatriotas e, aos 35 anos de idade, envergonhou seus patrícios transformando-se no homem mais jovem a receber o prêmio Nobel da paz (1964). Para irritar mais seus compatriotas, desrespeitou o primeiro mandamento dos EUA ¾Amar o dólar sobre todas as coisas¾ e doou o dinheiro do prêmio para o desenvolvimento de movimentos relacionados aos direitos humanos.

Resultado: Assassinado em 1968 na sacada do Hotel em que se hospedara, em Memphis, Tennessee. Foi a Memphis para participar de uma marcha de protesto em apoio aos coletadores de lixo. Nome da vítima: Martin Luther King.

Isso foi o que encontrei de mais relevante a respeito da história do povo que se julga no direito de promover a libertação do Iraque do jugo de um demente sanguinário.

Sem dúvida, se procuramos bem certamente encontraremos outros estadunidenses de valor, e não somente nos livros de história. Nos últimos dias muitos deles estiveram visitando, a "convite", as delegacias de seu país. Até prêmio Nobel foi pro xadrez.

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Alberto

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Liberdade para matar
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From: "Alberto Mesquita Filho"
Newsgroups: uol.politica.internacional.guerra
Subject: Liberdade para Matar
Date: Sat, 29 Mar 2003 09:47:48 -0300

Achei interessante esse trecho de uma reportagem publicada na folha:

"Uma lei estadunidense aprovada há 22 anos proíbe assassinatos políticos, mas o jornal lembrou que desde os ataques de 11 de setembro de 2001 o governo Bush considera que a legislação não impede o presidente de atingir um suposto terrorista com ações clandestinas." O artigo todo pode ser lido em "CIA quer matar principais assessores de Saddam, diz jornal".

Ou seja, se amanhã, por hipótese, o facínora Bush suspeitar que o marido da sua amante é um terrorista com ações clandestinas, ele poderá legitimamente mandar o infeliz para o túmulo, graças ao Bin Laden.

Os ditadores militares no Brasil eram muito menos autoritários do que o poderosíssimo meliante Bush. Os militares pelo menos procuravam disfarçar criando atos institucionais, posteriormente amenizados para medidas provisórias, coisa que em teoria ainda existe, estando não obstante sujeitas hoje à cassação pelo Congresso. Lá, não! A palavra do ditador é soberana e está acima da legislação, e creio mesmo que acima da Constituição. É lhe dado o direito de matar, basta suspeitar.

Cada vez eu me enojo mais com esta versão moderna do nacional socialismo de Hitler, chamada democracia estadunidense. O meliante é de fato o dono do mundo. Tem a liberdade para matar, para desrespeitar a ONU, para censurar, para mentir, para caluniar, para roubar, para se enriquecer ilicitamente, para soltar bombas atômicas, ou químicas ou com resíduos de urânio enfraquecido, para agredir jornalistas no cumprimento de sua função, para retaliar os que não o apóiam, para destruir universidades de quase mil anos, retransmissoras de TV, mercados públicos e casas de civis... Não é à-toa que ele tem tantos admiradores. Que certamente irão virar-lhe as costas quando ele estiver indo para onde merece: a guilhotina.

[ ]´s
Alberto

 

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