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O Elétron Emissor de Informações Eletromagnéticas

1. Resumo e Abstract
2. Introdução
3. Campo Eletromagnético Estático
4. Campos eletromagnéticos estacionários
5. O elétron emissor de radiação eletromagnética
6. A energia das radiações eletromagnéticas
7. O componente material das radiações eletromagnéticas
8. Bibliografia

 

 Alberto Mesquita Filho
Este artigo será brevemente publicado na revista
Integração ensino-pesquisa-extensão
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Reprodução proibida para fins comerciais

 

2. Introdução

//////Em trabalho recente (MESQUITA 1993) enfatizei a necessidade de uma evolução da física no sentido de incorporar uma teoria de campo que viesse a se apoiar não numa "ação instantânea a distância" entre "fluidos inexistentes", mas sim numa verdadeira comunicação entre partículas elementares. Seguindo esse princípio, propus uma teoria alternativa à clássica teoria de Maxwell-Lorentz introduzindo o conceito de informação eletromagnética (i.e.m.).

//////As idéias básicas, a consubstanciarem essa nova teoria, já haviam sido formuladas em 1983 e publicadas em 1984, restando o seu equacionamento bem como a sua adequação à realidade física, o que completou-se em 1993 através do trabalho citado. Detalhes complementares e importantes foram lentamente sendo acrescentados ao projeto original através de artigos vários (MESQUITA 1987, 1995a, 1995b, 1996 e 1997.

//////Neste ensaio serão apresentadas considerações relativas, em especial, à hipótese 2 (H-2), citada nos trabalhos de 1993 e 1997, a afirmar: "O elétron (próton) emite, para o espaço circunvizinho, informações eletromagnéticas, as quais polarizam este espaço". Em particular, iremos verificar:

a) como estas i.e.m. contribuem para a produção dos campos eletromagnéticos estáticos ou estacionários;

b) em que condições o elétron gera campos eletromagnéticos variáveis no tempo e não estacionários --radiação eletromagnética ou campos mutantes a propagarem-se pelo espaço e classicamente referidos como "ondas eletromagnéticas"; e

c) quais os indícios, à luz da nova teoria, a reforçarem a suspeita de que alguns destes campos mutantes estão permeados por partículas reais (fótons, neutrinos e/ou entropinos [2]) a contrastarem com a chamada natureza dual da onda eletromagnética [3].



Notas de rodapé:

[2] A existência dos entropinos é sugerida por MESQUITA (1995b).

[3] Segundo a física dualista, "um" mesmo e único objeto elementar pode manifestar-se de "duas" formas diferentes não concomitantes (no caso, onda ou partícula), o que contrapõe-se ao monismo segundo o qual a duplicidade de efeitos observada resulta da ação de dois "unos" (no caso, campo e partícula), cada um potencialmente capaz de manifestar seu caráter próprio, independentemente da manifestação ou não do outro.